Estamos sempre em constante evolução, o mundo muda a todo tempo de forma muito rápida! Nesse contexto, o modo como as pessoas consomem também mudou! De um lado dessa transformação temos a tecnologia e na outra, temas de grande impacto social. Nesse meio, como as empresas devem se comportar? Durante o evento LATAM Retail Show, especialistas falaram sobre as quatro tendências de comportamento e consumo e a seguir vamos mostrar um pouco mais sobre cada um deles para você ficar de olho. Confira:

Propósito e impacto – Um tema frequente durante toda a conversa foi o interesse do consumidor por marcar que apresentam um propósito e compromisso que vai além lucro. Podemos notar esse posicionamento no aumento do consumo de itens mais sustentáveis, se ingredientes de origem animal que vai do setor alimentício aos produtos de beleza. No caso dos alimentos, por exemplo, as mudanças também incluem a busca por ter o conhecimento da origem do alimento, um consumo mais saudável.

Poder das redes – Não há dúvidas que a internet é um canal importante para todo setor existente no mercado. Entretanto, para as grandes empresas assim como serve para sua própria disseminação, também nascem novas marcas e negócios com um alto potencial competitivo. Atualmente 30% do mercado da beleza, por exemplo, pertencem a empresas que há três anos não existiam.

Cliente no centro – Se antigamente o preço era a única variável entre o varejo e consumidor, hoje as empresas precisam de novas estratégias para conquistar e manter seu espaço. Devido o crescimento de preocupações por parte do consumidor como a origem e saúde, é preciso entender como ele se comporta, do que ele gosta e como entregar o que ele espera. O cliente quer tecnologia sem abrir mão da interação. Por isso o desenvolvimento de assistentes virtuais se tornou uma boa opção, que faz essa ponte entre o comprador e a loja, garantindo ainda dados relevantes para a empresa.

Lidando com pessoas – É importante lembrar que mesmo com todas as tendências, os consumidores são acima de tudo pessoas humanas. De acordo com Rita Almeida, chefe da F/Nazca Saatchi & Saatchi, é urgente a necessidade de simplificar – de verdade – a relação de consumo.

Segundo Rita, o número de escolhas feitas por uma pessoa em um único dia pode chegar a 35 mil. “Com esse resultado, temos o que chamamos de fadiga de decisão. Por isso, em meio a milhares de opções, as pessoas preferem marcar que simplificam o processo de compra”, diz.

Com a perda da confiança em instituições públicas e tantas mudanças, as pessoas passaram a se relacionar de forma mais humana com as empresas que possuem visões e crenças que vão de acordo com as suas. Essa é uma oportunidade das empresas assumirem posições de impacto na vida das pessoas da sociedade em que está inserida.

 

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