Marketing digital para consultórios odontológicos: o que pode e não pode

Você sabia que determinados profissionais não podem usufruir da publicidade, propaganda e/ou marketing para alavancarem os seus negócios? O dentista é um desses.

Isso porque, de acordo com a Lei Federal 8.078/90, do Código de Defesa do Consumidor, o cirurgião-dentista é um prestador de serviços. Por conta disso, qualquer material divulgado por ele pode ser considerado como uma parte do contrato firmado com o paciente – mesmo quando não escrito.

Ou seja, caso o dentista anuncie um de seus procedimentos ou tratamentos odontológicos em um outdoor, ou até mesmo nas redes sociais, o paciente pode cobrá-los como resultado final e, se não correspondido, o profissional pode passar por um processo ou por medidas disciplinares do Conselho Federal de Odontologia (CFO) ou do Conselho Regional de Odontologia (CRO).

Para evitar que isso aconteça, descubra abaixo algumas normas de publicidade para a área odontológica, dos Conselhos Regional e Federal de Odontologia, regidas pelo capítulo XIV do Código de Ética Odontológica e pelo Artigo 7º da Lei 5.081/66.

O que pode ser divulgado:

  • A área de atuação, além dos procedimentos e técnicas de tratamentos – porém, desde que precedidos do título de especialidade registrada no Conselho Regional.
  • As especialidades do cirurgião-dentista – essas inscritas no Conselho Regional.
  • Os títulos de formação acadêmica stricto sensu e do magistério relativos à profissão.
  • O endereço do consultório odontológico e seu horário de funcionamento, além do telefone, fax e e-mail.
  • Os convênios, credenciamentos e atendimentos domiciliar e/ou hospitalar.
  • A expressão clínico geral – contudo, apenas pelos profissionais graduados ou especializados nessa especificidade.
  • Vídeos de animação gráfica que representem técnicas e/ou procedimentos cientificamente comprovados.
  • Artigos que objetivem a orientação e conscientização da população quanto à saúde bucal.

E o que não pode ser divulgado:

  • Fotos e/ou vídeos de pacientes durante os procedimentos ou tratamentos odontológicos.
  • Fotos e/ou vídeos dos resultados dos procedimentos ou tratamentos odontológicos feitos nos pacientes – o popular antes e depois.
  • Fotos, vídeos e/ou textos de procedimentos ou tratamentos odontológicos sem comprovação científica, ou que não pertençam ao âmbito odontológico.
  • Fotos e/ou vídeos das condições bucais de pacientes, a fim de obter opiniões e/ou diagnósticos.
  • Comentários que difamem técnicas comprovadas cientificamente adotadas por outros profissionais.
  • Preço do serviço prestado, assim como gratuidades, descontos, promoções, brindes e/ou vantagens.
  • Título de especialização em área desconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO).

E você, sabia dessas regras? Para mais dicas e conteúdos como esse, continue acompanhando nosso blog!

Conheça os multiusos do drone

Desde seu surgimento, a tecnologia é utilizada para inovar produtos, facilitar processos e melhorar o dia a dia da sociedade. Ideias como a máquina a vapor, a locomotiva, o telefone, o motor, e mais recentes como o GPS e o smartphone, são exemplos de inovações tecnológicas que mudaram o rumo das civilizações e trouxeram muitas melhorias na vida das pessoas.

A mais recente inovação tecnológica que virou febre ao redor do mundo é o chamado drone. Definido como um veículo aéreo não tripulado e controlado por controle remoto, o drone surgiu como uma alternativa na realização de trabalhos de alto risco para os humanos, ou em locais de difícil acesso.

Logo no seu surgimento, os drones eram utilizados para fins militares, como no reconhecimento de áreas, espionagem e envio de mensagens, mas com o passar dos anos eles tornaram-se populares e ganharam dezenas de outras funções. Hoje, a ampla variedade desses produtos no mercado com vários modelos e preços diferentes possibilitou que o grande público tivesse acesso à essa tecnologia.

Também conhecidos como VANTs (veículos aéreos não tripulados), os drones evoluíram de modelos usados apenas para capturar imagens e gravar vídeos, para veículos mais resistentes e autônomos.  

Dentre as muitas funções que os drones adquiriram atualmente, pode-se citar algumas como:

  • Entrega de encomendas: Empresas como Amazon e Domino’s já usaram drones na entrega de encomendas e pedidos. Visando agilizar os processos, os drones prometem um delivery rápido e eficiente, sem atrasos devido ao trânsito ou outros empecilhos típicos das cidades.
  • Uso na agricultura: Muito úteis no ramo da agricultura, esses robôs por controle remoto podem analisar áreas de grandes dimensões, como os campos de plantio, monitorar sistemas de irrigação e pulverizar substâncias usadas nas lavouras.
  • Operações de salvamento: A facilidade de circulação dos drones é uma vantagem utilizada em resgates e operações de busca. Equipados com sensores de calor e câmeras noturnas, esses veículos conseguem transitar em áreas irregulares ou cenários de destruição e desastres.
  • Monitoramento de vida selvagem: Monitorar bandos, animais selvagens ou com hábitos noturnos são tarefas que os drones conseguem executar. O controle remoto desses dispositivos é ideal para funcionar em situações em que a presença humana não é bem vinda, como no acompanhamento da vida selvagem.
  • Publicidade: Usados em ações de marketing e publicidade, os drones podem fotografar cenários, gravar eventos ou cenas e produzir imagens de ângulos diferentes, despertando a atenção das pessoas e de possíveis clientes.

Com esses diversos usos, o drone já se tornou um grande aliado na vida das pessoas, e como a tecnologia existe para nos auxiliar, qual será a próxima inovação? Para saber das próximas novidades, continue acompanhando nosso blog.  

 

Propriedade Intelectual- Copa do Mundo 2018: A FIFA está de olho em você

Mais uma copa iniciando e com ela toda a expectativa e vibração do esporte mais popular do mundo. Além de movimentar o mundo da bola, a copa do mundo movimenta muuuuito dinheiro. Estima-se que a copa 2018 irá movimentar somente em patrocínio mais de 6 bilhões de dólares…..em números brutos, supera todas as ligas esportivas do mundo, inclusive o automobilismo e as poderosas ligas de basquete, beisebol e futebol dos Estados Unidos.

Durante a época dos jogos, é muito comum que comerciantes e empresas associem sua marca à Copa do Mundo na intenção de conquistar novos públicos e gerar mais receita. Mas, para não acabar saindo no prejuízo, é preciso se atentar às regras de direitos autorais e marketing impostas pela FIFA (Federação Internacional de Futebol).

Portanto, você que é empresário ou gerencia um negócio, saiba o que pode ou não fazer quando o assunto é Copa do Mundo.

A cada edição, a FIFA, corporação detentora do evento esportivo, registra uma série de palavras, frases, imagens, representações e marcas que não podem ser usadas por empresas não parceiras da Copa. Grandes nomes como Coca-Cola, Nike, Visa e Itaú, por exemplo, podem explorar a imagem da Copa do Mundo 2018, pois são patrocinadores oficiais do evento.

Termos: Alguns dos vocabulários registrados pela FIFA e liberados apenas aos patrocinadores são: Copa do Mundo, Copa 2018, Copa do Mundo da Fifa Rússia 2018, Fifa, Rússia 2018.

Imagens: Já dentre as imagens e designs de uso exclusivo estão: o troféu, o mascote, o pôster oficial, o emblema oficial da Copa, a tabela de jogos e a identidade visual.

Quando utilizados por empresas não parceiras para fins publicitários e geração de lucro, a FIFA pode abrir um processo por violação de direitos autorais.

Marketing de emboscada: Fazer promoções vinculadas à Copa do Mundo é caracterizado marketing de emboscada a partir do momento em que marcas não parceiras fazem uso de um grande evento visando benefício próprio. O termo pode ser traduzido portanto como pegar carona (de forma irregular) no sucesso de um acontecimento.

Produtos: Outra regra de licenciamento e direitos autorais que abrange o evento é a falsificação de produtos. Desenvolver e comercializar artigos associadas à Copa do Mundo são atividades permitidas apenas aos patrocinadores. Portanto, vender qualquer tipo de produto que estampe as marcas do evento é considerada uma prática ilegal.

Redes Sociais: Para redes sociais,  a simples postagem de imagens relacionadas à copa já é passível de punição. O próprio Facebook esta penalizando empresas que utilizam desses símbolos em suas postagens, dessa forma, posts impulsionados que utilizarem as imagens da copa, serão reprovados.

Uma alternativa interessante é fazer o uso das hashtags (#), porém sempre com um posicionamento informativo, pois quando utilizada com objetivo comercial ou publicitário, o uso da hashtag é passível de punição.

Por isso, você empresário ou comerciante, que pretende alavancar as vendas em época de Copa do Mundo, deve ficar atento às leis de uso de imagem e licenciamento, uma vez que, infringir os direitos autorais, ainda mais de uma gigante como a FIFA, pode resultar em muita dor de cabeça, despesas extras e perda de receita.

GDPR: como ela interfere na sua privacidade

Certamente nesta semana sua caixa de e-mails lotou com mensagens de empresas e marcas atualizando suas políticas de uso e privacidade, não é mesmo? Mas não se assuste , isso é devido a GDPR! Esse fato ocorreu devido à aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei 4060/2012, do deputado federal Milton Antônio Casquel Monti, que visa regulamentar o uso de dados pessoais por iniciativas privadas, e também pelo poder público.

Mas o que é GDPR?

Derivada do termo em inglês General Data Protection Regulation – que em português significa Regulamento Geral de Proteção de Dados – GDPR é a sigla para lei assentida pelo Parlamento Europeu em abril de 2016, que substitui uma diretiva de 1995 para a gestão de dados de usuários nas empresas de internet, considerada desatualizada para o contexto de um mundo cada vez mais conectado, interligado e com um volume de dados crescente a cada ano.

Do que se trata?

Ela tem por objetivo garantir e proteger, no âmbito do tratamento de dados pessoais, a dignidade e os direitos fundamentais da pessoa natural, particularmente em relação a sua liberdade, privacidade, intimidade, honra e imagem.

Ou seja, a ideia é garantir mais transparência, segurança, privacidade e controle quanto à coleta e manutenção de dados privativos. Informações como nome, endereço, e-mail, idade, estado civil, além de imagens recolhidas por reconhecimento facial ou gravações de chamadas telefônicas, números de IP e histórico de geolocalização serão legais apenas com o consentimento explícito do individuo.

Afinal, quais são as diretrizes?

O uso permitido de dados pessoais foi categorizado em dez situações, são elas:

  • Com o consentimento do titular.
  • Para o cumprimento de uma obrigação legal ou regulatória.
  • Pela administração pública, para a execução de políticas públicas.

No caso destes dois tópicos, o usuário deve ser informado para que fim suas informações serão utilizadas. Nos casos de contratos de adesão, como em download de aplicativos, a empresa deve dar destaque para essas finalidades.

  • Para a realização de estudos por órgãos de pesquisa, sem a individualização da pessoa.
  • Para a proteção da vida ou da integridade física do titular ou de um terceiro.
  • Para a tutela da saúde, com procedimento realizado por profissionais da área ou entidades sanitárias.
  • Para a execução de um contrato ou de procedimentos preliminares relacionados, a partir de pedido do titular.
  • Para pleitos em processos judiciais, administrativos ou arbitrais.
  • Para proteção de crédito, nos termos do Código de Defesa do Consumidor.
  • Para atender aos interesses legítimos do responsável ou de terceiros, como fins comerciais e marketing dirigido – esta, aliás, é a mais utilizada.

Isto é

Essas diretrizes também valem para instituições que atuam e/ou coletam informações, como o Facebook, a Google e a Apple. Em casos de conteúdo reunido por pessoas físicas para objetivos exclusivamente pessoais, jornalísticos, artísticos e acadêmicos elas não contam.

Punições

Qualquer companhia que viole o GDPR será multada em 4% do seu faturamento anual ou US$ 20 milhões – o que for maior. Embora provindo da União Europeia, o regulamento vale para qualquer instituição que oferece os seus serviços na Europa.

 

 

Como se destacar no Linkedin? Confira dez dicas para obter sucesso na rede social corporativa

Descubra agora como se destacar no Linkedin!

Hoje em dia as pessoas usam muito as redes sociais para o lazer. Compartilhar momentos e aproximar pessoas é a proposta da grande maioria dessas redes, como, por exemplo, Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest e Tumblr, algumas das maiores plataformas do mundo virtual.

Mas, o LinkedIn, em especial, é diferente. Rede social de negócios lançada em 2003, tem como objetivo estabelecer conexões profissionais. Através da criação de um perfil na plataforma, o usuário monta seu currículo virtual, adiciona pessoas e estabelece um networking online.

E se tratando de uma ferramenta tão importante e popular – com mais de 225 milhões de membros –, é necessário que o usuário saiba fazer uso do LinkedIn da melhor forma possível, pois qualquer deslize pode custar uma vaga de emprego.

Dessa maneira, nós selecionamos dez dicas para você melhorar seu perfil e aproveitar ao máximo os benefícios dessa rede social.

1 – Adicione uma foto de perfil
Para se destacar no linkedin, os recrutadores e as empresas, a imagem pessoal conta muito, por isso, é importante apresentar uma foto de perfil que seja profissional e adequada a sua profissão.

2 – Personalize a URL
Para se destacar nas ferramentas de busca, e deixar a URL mais agradável, – eliminando aquela sequência de letras e números aleatórios –, personalize o link do seu endereço de perfil com nome e sobrenome.

3 – Escreva um resumo
Quanto mais completa for sua página no LinkedIn mais interesse ela despertará nos recrutadores, por isso, aproveite para adicionar um bom resumo ao seu perfil. Crie um pequeno texto para se apresentar, falar sobre seus interesses e habilidades, além de explicar seus objetivos profissionais.

4 – Apresente seu currículo
Um dos pontos mais fortes de um perfil no LinkedIn é a formação acadêmica. Por isso, aproveite essa ferramenta para expor seus certificados, diplomas e outras certidões que contribuíram para sua carreira.

5 – Invista nas palavras-chave
Selecione algumas palavras que se relacionem com sua profissão, personalidade ou experiência profissional, e as utilize ao longo do perfil. As chamadas palavras-chave (liderança, SEO, Microsoft Office, etc.), são formas eficientes de alavancar seu perfil nas ferramentas de busca do Google.

6 – Crie um perfil em outro idioma
Falar outra língua atualmente já não é mais um diferencial, e grande parte das empresas, principalmente as multinacionais, procuram um profissional bilíngue, portanto, adicione um perfil em outro idioma à sua página no LinkedIn. Em muitos casos o recrutador pode procurar por palavras-chave em inglês, por exemplo, e se o seu perfil estiver em inglês, as chances de você ser encontrado por esse recrutador são maiores.

7 – Acrescente links para outras redes sociais
Para facilitar a comunicação, – já que o LinkedIn não é a melhor plataforma para bate-papos –, e até fornecer mais dados sobre você, adicione outros perfis à sua página profissional. Endereços de e-mail, Twitter, Facebook, e outras redes sociais podem ser associadas à sua conta.

8 – Mantenha o perfil atualizado
De nada adianta ter uma conta no LinkedIn, mas não atualizá-la regularmente. Pelo menos uma vez por mês é preciso movimentar o perfil, seja atualizando a foto de perfil ou de capa, ou adicionando uma habilidade nova.

9 – Exerça a pró-atividade
Siga empresas de seu interesse, interaja com suas conexões, publique textos de sua autoria, pesquise sobre profissionais que você admira e tente fazer um contato com essas pessoas, torne-se visível para os recrutadores.

10 – Cuide da escrita
Por ser essencialmente textual, o LinkedIn exige dos profissionais uma habilidade extra com a língua portuguesa. Erros de português como acentuação, concordância e gramática somam pontos negativos à avaliação dos recrutadores.

Gostou das dicas? Que tal colocá-las em prática hoje mesmo e dar um up no seu perfil profissional? Utilizando corretamente todas as ferramentas que o LinkedIn oferece, você traça seu próprio caminho para o tão sonhado sucesso profissional.

 

Instagram: 5 passos para utilizá-lo a favor da sua empresa

O Instagram, famosa rede social de compartilhamento de fotos e vídeos, soma atualmente mais de 800 milhões de usuários. Acumulando outros números exorbitantes, o aplicativo já demonstrou que tem potencial para ser a rede social mais utilizada do mundo.

E com adesão cada vez mais crescente, o Instagram é uma excelente ferramenta para empresários e comerciantes que desejam ter presença nas redes e atrair mais clientes.

O fato da internet estar totalmente presente no dia a dia das pessoas só evidencia que empreendimentos que não investem em comunicação online perdem muito em conquistar novos públicos e criar uma marca própria, afinal, quem não é visto não é lembrado. Portanto, vale utilizar as ferramentas do online em benefício do seu negócio.

Através do marketing digital – ações de comunicação praticadas no meio digital, com o propósito de estabelecer novos negócios, divulgar e comercializar produtos, conquistar novos clientes e melhorar relacionamentos – é possível ganhar visibilidade e desenvolver uma identidade forte de marca.

Com as dicas a seguir você vai aprender como utilizar o Instagram a favor da sua empresa.

1 – Crie um perfil

O primeiro passo é não usar contas pessoais, e sim abrir um perfil próprio para a marca. Coloque as principais informações, como site, telefone e apresentação da empresa na descrição, e adicione seu logotipo na foto de perfil. Definindo uma personalidade e estética para a marca, fica mais fácil os usuários se identificarem com seu negócio.

2 – Use imagens de boa qualidade

O Instagram é uma rede de compartilhamento de fotos e vídeos, portanto, a estética é o carro-chefe. Publique imagens de qualidade e com boa definição, pois perfis organizados e com conteúdos significativos transmitem maior profissionalismo.

3 – Use #hashtags

#Hashtags são palavras-chave que indexam todo conteúdo similar em um só lugar, e utilizar esse artifício ajuda clientes em potencial a encontrarem sua marca. É interessante também criar uma #hashtag única para sua empresa e adicioná-la na legenda das postagens, mas fique atento para não cometer excessos.

4 –  Utilize a ferramenta Stories

Função que exibe postagens durante 24 horas, e depois as apaga, o Stories é uma ótima ferramenta para as empresas mostrarem um pouco do seu dia a dia, dos bastidores do negócio e realizarem pesquisas de opinião, transmitindo uma imagem mais humana e próxima dos seguidores.

5 – Interaja com os seguidores

O ponto mais importante da presença digital é interagir com o público. Tudo o que está sendo feito é para eles, portanto, é essencial que a marca responda os clientes, tire dúvidas e até receba críticas pelas redes sociais. Outra maneira legal de interação é divulgar no perfil da empresa fotos e vídeos de consumidores utilizando a marca e fazendo propaganda espontânea dela.

Gostou das dicas? Tem algo a acrescentar? Conta pra gente nos comentários.

 

Seu post foi banido? Saiba o que não pode ser publicado no Facebook

Teve seu post banido?

Pela primeira vez, desde a sua concepção em 2004, o Facebook abriu o jogo sobre suas diretrizes internas e revelou, por meio de um documento com 27 páginas, os critérios de avaliação adotados para banir, ou não, um post ou usuário. Além das regras de conduta, a rede social lançou um recurso para a apelação de publicações removidas pelo site, quando consideradas inapropriadas. Assinada pela vice-presidente internacional de políticas públicas do Facebook, Monika Bickert, a declaração pode ser acessada por todos, em sua integra, na sessão padrões da comunidade, no Facebook.

Por que publicadas agora?

Segundo a autora do documento, a divulgação das diretrizes internas da rede social se deu por dois motivos: auxiliar os usuários a compreenderem como a equipe de revisores de conteúdo – que conta com mais de sete mil funcionários alocados em 11 escritórios pelo o mundo – determina o que é inapropriado para o feed de notícias e abrir espaço para feedbacks, descomplicando o processo de uso da ferramenta por todos.

O que mudou?

Agora, o Facebook permite que seus utilizadores recorram quando seus posts são apagados. Essa opção já existia antes, mas apenas para casos de suspensão de perfis, páginas ou grupos. A partir deste momento, será possível pedir a revisão de conteúdos inapropriados e removidos por violarem regras relativas a nudez, atividade sexual, discursos de ódio e violência explícita.

O pedido será analisado em até 24 horas. Se a censura for indevida, a publicação voltará ao feed de notícias e o autor do conteúdo será notificado. As consequências da violação dos padrões de comunidade do Facebook variam de acordo com a gravidade da postagem e com o histórico do usuário.

O indivíduo pode ser notificado até duas vezes e, se persistir em violar as diretrizes do Facebook, seu post ou perfil serão desativados pelo site. Em casos de ameaça direta à segurança pública, ou riscos reais ao demais indivíduos, até as autoridades policiais poderão ser notificadas.

Afinal, o que não pode ser postado no Facebook?

De modo geral, publicações de violência, nudez, atividades sexuais, bullying ou fake news são comumente vetadas pelo Facebook.

Nudez. É rigorosamente proibido o compartilhamento de imagens intimas de terceiros – com ou sem sua autorização – independente da finalidade com elas. Fotos de partos e amamentação, além de nus artísticos, incluem-se neste caso: só serão aceitas quando as partes íntimas forem censuradas.

Violência. Indivíduos ou organizações envolvidas em atividades criminosas não são permitidos na rede social. Portanto, publicações que exibem, admitem ou exaltem atos infracionais – como agressões físicas contra pessoas e animais, furtos, vandalismos, fraudes, tráfico e violência ou exploração sexual – também serão retirados do ar.

Bullying e suicídio. A plataforma também tem a capacidade de identificar potenciais suicidas ou pessoas com intenções de se machucar. Nesses casos, o Facebook analisa o cunho de suas publicações, notifica o usuário e, ainda, lhe oferece apoio. De qualquer forma, publicar fotos de acidentes ou ferimentos vai contra as políticas de publicação da rede e esse conteúdo poderá ser removido.

Fake news e spam. Não passarão. O site consegue verificar a repetição de um link – caracterizando-o como spam – e de checar a veracidade de notícias compartilhadas, excluindo ambos os casos.

Direitos autorais. Ferir a propriedade intelectual de alguém, ao publicar algo protegido pelos direitos autorias sem os devidos créditos ou autorização, também é proibido.

Ainda tem dúvidas sobre o que não postar? Pergunta pra gente nos comentários!

Instagram está bloqueando usuários. Saiba como agir

O Instagram é um aplicativo exclusivo para postar fotos, vídeos e stories. Atualmente, cerca de 800 milhões de pessoas no mundo todo utilizam o app. Muitos dos usuários, embora tenham um perfil não comercial, acabam utilizando a rede social para comercializar produtos. Além disso, alguns desses perfis fazem promoções para que os usuários ganhem algum prêmio.

As promoções, embora sejam excelente para vendedor e consumidor, podem ser um dos motivos para o Instagram bloquear contas, já que na maioria das promoções pede para que o usuário marque ao menos outro usuário por comentário. Isso afeta diretamente nos bloqueios, porque agora o Instagram está analisando perfis que fazem comentários muito parecidos ou iguais em diferentes fotos. Outro motivo para bloqueio é seguir e logo em seguida dar unfollow, além de curtir várias postagens em um curto período. Usar aplicativos que geral likes (curtidas) ou angariam seguidores também pode gerar o bloqueio.

Por que o Instagram está fazendo isso?

Todas as ações citadas acima são muito parecidas com spam. Então quando o Instagram faz essa análise, o app pode achar que o perfil está cheio de spam e por isso bloqueia. Este bloqueio pode durar apenas um dia ou semanas. Durante esse período o usuário não consegue postar, curtir e comentar nada. Apenas visualizar.

Como evitar?

Se você usa o perfil para comércio, não precisa parar de fazer promoções. No entanto precisa tomar cuidado na hora de usar os bot’s que geram o aumento de curtida nos posts ou angariam novos seguidores. No caso de quem é usuário do app, o cuidado é, principalmente, fazer comentários repetitivos em posts diferentes ou, ainda, sair curtindo tudo no seu feed.

Fui bloqueado. O que fazer?

O tempo de bloqueio varia conforme o usuário. O primeiro passo é entrar em contato com o Instagram. Para isso, vá para o seu perfil, entre no menu que vai para as configurações e clique em “relatar um problema”. Lá você poderá contar o que ocorreu. Depois é esperar a resposta do app.

Se você usa muito essa rede social e precisa desbloqueá-la com urgência, é possível tentar (sem garantia de que realmente vá funcionar para você) desinstalar o app do seu celular e baixar novamente. Se você usa Wi-Fi para acessar o Instagram, outra opção é, enquanto estiver bloqueado, utilizar a rede de dados móveis.

Você tem algum app para aumentar likes e seguidores? Desinstale e, de preferência, não use mais nessa conta.

Percebeu que foi bloqueado? Tente ficar um dia sem entrar no app. Isso facilita a avaliação do Instagram na hora de desbloquear a sua conta.

 

Tem alguma dúvida? Poste nos comentários que tentaremos ajudar você!

 

O que são Micro-Momentos?

Quem nunca se pegou pesquisando algo na internet, pois não sabia a resposta? É raro encontrar quem nunca precisou fazer uma busca na internet, seja para pesquisar sobre um assunto ou para saber a localização de alguma loja ou, ainda, usar a internet para comparar preços e produtos de vários comércios.

Os Micro-Momentos são esses momentos em que você precisa de uma informação e recorre a internet para esclarecer a sua dúvida.

Mas o que isso tem a ver com marketing? Tudo!

Após perceber a frequência com que as pessoas usavam a internet para pesquisa, o Google dividiu os micro momentos em quatro categorias:

  • Quero saber: quando você está curioso sobre alguma série ou filme que viu o trailer; ou quando algum amigo falou sobre um novo produto para você. O “quero saber” é quando você está buscando sobre informação de algo que alguém disse para você.
  • Quero ir: você precisa ir a um lugar, mas não sabe o endereço, bairro e, claro, não faz ideia de como chegar. Se você precisa encontrar uma farmácia próximo ao local que você está, o Google irá mostrar as empresas ranqueadas. É dessa forma que as empresas conseguem mais visibilidade na busca feita pela internet: investindo no marketing local, que nada mais é ter estratégicas que envolvem o segmento geográfico do seu público alvo.
  • Quero fazer: sabe quando você quer aprender algo novo, por exemplo trocar o chuveiro? O momento quero fazer é exatamente isso. As empresas que investem em vídeo tem muitos acessos quando o micro momento é quero fazer, pois nesse caso os usuários optam por vídeos do que textos e fotos.
  • Quero comprar: esse micro momento é excelente para as empresas que investem em marketing digital. Muitos usuários pesquisam o produto que querem comprar e não diretamente o nome de uma empresa. Dessa forma, se a sua empresa é do segmento que o usuário busca, as chances de você estar no topo da página são grandes.

Os micro momentos tem tudo a ver com o marketing digital, pois quando um usuário faz uma pesquisa na internet, as informações que aparecem no topo da página são as que ele verá primeiro. Quando você investe no marketing digital, você tem a possibilidade de estar no início da página, de fácil acesso para o usuário.

O primeiro passo para investir em marketing digital é contratar profissionais especializados e capacitados para esse serviço. Entre em contato conosco pelo telefone (41) 3262-9765 ou pelo e-mail comercial@digideias.com.br.

Para saber mais sobre marketing digital clique aqui.

 

Quatro tendências de social media para 2018

As redes sociais estão em constante mudança e é fundamental estar sempre atualizado, sabendo tudo o que está mudando ou surgindo. Principalmente para quem trabalha nessa área, estar atento às mudanças é imprescindível.

Em 2017 muita coisa cresceu no mundo das mídias sociais, como a explosão de conteúdo audiovisual em algumas mídias, como o Instagram e Facebook, e o fato do alcance orgânico dessas redes ter sido prejudicado, devido as atualizações dos algoritmos. Com isso, as marcas precisaram inovar sua comunicação, investindo em anúncios, para conseguir trazer mais seguidores para sua rede.

O fato é que o mundo de social media está mudando com rapidez e a cada dia fica mais difícil manter uma rede social atualizada, com seguidores ativos e uma boa comunicação. Por isso, nós separamos pra você algumas tendências para este ano de 2018. Dessa forma você já pode planejar a estratégia da sua empresa. Confira:

Grupos em redes sociais

Ano passado os grupos já estavam sendo usados pelas empresas. De um jeito simples, a marca cria um grupo no Facebook ou Linkedin, traz participantes para este grupo, cria uma comunicação boa e ativa e, com isso, consegue angariar novos seguidores e manter por mais tempo os que já acompanhavam a página da marca. Para este ano os grupos serão grandes aliados das empresas e podem fortalecer a relação entre marca e consumidor. Para isso, é de extrema importância planejar tudo com calma e criatividade. Ou seja: uma boa identidade visual; produção de conteúdo dinâmica e ativa; vídeos bem produzidos e, claro, interação.

Espaço para o seguidor

O seguidor gosta de ser visto. Por isso, dê atenção a eles. Isso pode ser feito de um jeito simples: publicar o conteúdo que o seu seguidor fez para a sua empresa. Por exemplo, postar no Instagram da sua empresa as fotos que os seguidores tiraram e enviaram para você. Isso é uma maneira de mostrar que sua empresa se importa com os clientes e que está sempre atento a tudo que recebe deles.

Produção de vídeos

Os vídeos mudaram muito e para este ano, as mudanças irão continuar. As redes sociais são dinâmicas e os usuários adoram produção audiovisual. No entanto, para que os internautas vejam os vídeos, é preciso produzir algo criativo e não muito longo, pois geralmente, os usuários não assistem vídeos maiores que 30 segundos. O destaque para 2018 são os stories, que podem ser utilizados tanto no Facebook como no Instagram.

Mobile

Não é novidade que a cada dia aumenta o número de pessoas que usam smartphone. Porém um defeito da maioria das empresas que estão nas redes sociais é produzir um conteúdo exclusivo para a plataforma do computador, se esquecendo que, na verdade, a maioria dos internautas acessa os conteúdos pelo celular. Quem não inovar a comunicação para esta ano, ficará para trás.

E aí, pronto para inovar nas redes sociais em 2018?

Acompanhe nosso blog e fique por dentro do mundo digital!